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Estrelas CCA – Vitor Pires

Após alguns meses de pausa, a rúbrica ”Estrelas CCA” está de volta. Todos os meses iremos relembrar uma alguém que fez parte da história do Clube Caçadores de Ansião. Desta feita será a vez do médio defensivo, Vítor Pires.

CCA: O que te fez decidir jogar no CCA, na época de 94/95 ?

VP: Quando decidi abraçar o projecto de jogar em Ansião há muito que era esse o meu desejo. Foi uma decisão muito fácil de tomar. Como eu tinha (e ainda tenho) uma paixão enorme pelo futebol, acompanhava ainda miúdo os jogos do Ansião e desde sempre que sonhava um dia poder vir a vestir a camisola do clube da minha terra. Na altura, no verão de 94, por ocasião de um convivio na Mealhada (se não estou em erro) foi organizada uma futebolada e foi aí a 1ª abordagem para vir a fazer parte do CCA, o que se veio a concretizar.

CCA: Durante 6 épocas e meia que jogaste no clube, como era o clube naquela altura ?

VP: Durante o período em que estive no CCA, o clube reunia as condições estruturais adequadas para a época. O velhinho campo “pelado” da Mata tinha todas as condições para a prática de futebol, tendo-se aí disputado grandes jogos. Penso que a única lacuna foi não dispormos de uma sede, projecto que veio a surgir mais tarde.

CCA: Qual foi aquele que consideras o ponto alto do CCA durante os 6 anos que passaste no clube ?

VP: O ponto alto nesse percurso foi termos sido campeões na segunda época que ali estive – época 95/96.

CCA: Durante as 6 épocas e meia que estiveste ao serviço do clube, jogaste com algumas das figuras mais emblemáticas do CCA. Qual foi a que te marcou mais ?

VP: Houve duas pessoas que me marcaram, não só pelo apoio e carinho que sentia da parte deles, como elemento mais novo e com menos experiência, mas também pela raça, pelo querer, pela entrega ao jogo, pela qualidade e consistência que mantinham em campo, foram um exemplo. Falo do saudoso Muca e do Rebelo.

CCA: No campo, como eras enquanto jogador ? Como te descreverias ?

VP: Bom, no campo joguei maioritáriamente como médio defensivo “trinco”. Era essencialmente um jogador combativo, que nunca virava a cara à luta, que ajudava, sobretudo no equilibrio defensivo. Tinha também alguma qualidade de passe. Contudo, apesar de ter capacidade técnica apreciável, nunca soube explorar devidamente essa faceta em campo.

CCA: Depois de teres que abandonar o CCA por motivos profissionais, continuaste a jogar futebol ? Si sim, onde ?

VP: Após deixar o Ansião voltei a jogar futebol, mas na vertente de FUTSAL, na Lagoa Parada.

CCA: Hoje em dia, continuas a seguir o CCA ? De que maneira ?

Actualmente faço parte do Núcleo de Veteranos do Concelho de Ansião, contudo a minha vida profissional e familiar não me permite acompanhar com muita frequência a actualidade do CCA, designadamente a assistir a jogos ou a participar em eventos. Vou acompanhando através das informações que vou obtendo de amigos e colegas que estão mais por dentro do clube.

CCA: Para finalizar, gostarias de deixar um agradecimento a alguém em particular, ou no geral ?

VP: O meu agradecimento vai para todos aqueles que contribuiram para os bons momentos que aí vivi, transmitindo e reforçando os valores da amizade, da união de grupo, de entreajuda, de competitividade sã. Do respeito pelos adversários em campo, que me ajudaram a ser melhor.

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